Call for papers 2018

COMPUTER MEASUREMENT GROUP BRASIL

13TH CMG BRASIL PERFORMANCE AND CAPACITY PLANNING CONFERENCE

CALL FOR PAPERS 2018

O CMG Brasil convida seus membros e a comunidade técnica de Performance e Capacidade para enviar sua proposição de artigo (abstract) para apresentação no evento CMG imPACt 2018, a ser realizado no dia 15 de maio de 2018 (dia a ser confirmado) em São Paulo, capital.

O Computer Measurement Group (CMG) foi  fundado nos Estados Unidos no início da década de 70 e tem como principal missão disseminar conhecimento e fomentar o desenvolvimento de artigos, modelos e  melhores práticas na área de Performance e Capacidade.

No evento de 2018, CMG imPACt (internet, mobile, Performance and Capacity, Cloud and technology), que foi assim nomeado pelo CMG Internacional para fomentar a elaboração de artigos que tratem do tema de Performance e Capacidade em novas áreas (representadas pela sigla imPACt), sugerimos que os autores enviem abstracts em:

Temas de vanguarda:

o   Cloud

o   Computação Cognitiva

o   Analytics & Big Data

o   IoT (Internet of Things)

o   Mobilidade e redes sociais

o   Blockchain

… e temas tradicionais:

o   Performance e Capacidade de Aplicação e Infraestrutura

o   Mainframes

o   Gerenciamento de Serviços

o   Organizacional e cultural

o   Otimização de Redes e Segurança

o   Virtualização de Servidores e Storage

Os abstracts enviados até 19 de fevereiro de 2018 serão apreciados pelo board técnico do CMG Brasil, que enviará o resultado da análise até 26 de fevereiro de 2018. Os abstracts aprovados deverão ser desenvolvidos pelos autores em forma de artigo (opcional) e apresentação (obrigatória) e enviados ao board do CMG até 2 de abril de 2018. Agradecemos o rigor na observaçãoo das datas acima para não criarmos constrangimento na não aceitação de artigos, apresentações atrasadas.

Muito importante:

1             Os artigos e as apresentações deverão obedecer às regras do CMG imPACt Internacional que estão anexas.

2             Os trabalhos apresentados em outras edições poderão ser submetidos novamente, atualizados ou não, desde que seja adicionado o texto: “Artigo apresentado no CMG Nacional/Regional ano xxxx”.

 3             As propostas dos assuntos (abstracts), os artigos (papers), as apresentações e eventuais dúvidas deverão ser encaminhados diretamente para o e-mail paulaiochpe@gmail.com, a fim de centralizar a distribuição dos trabalhos para o board técnico nas datas agendadas para cada fase.  O telefone celular 11 9.7366-6598 também está disponível para esclarecer quaisquer outras questões.

4             As palestras devem ser isentas de marketing, alusão a produtos, promoção pessoal ou qualquer informação que tenha por objetivo alavancar vendas.  É facultado aos nossos voluntários class managers pedir para que o palestrante se atenha ao assunto de forma isenta.

5             Qualquer que seja o tema apresentado deverá sempre evidenciar a aplicação/inserção de performance analysis/capacity planning/modelling, etc… .

O CMG imPACt só existe se existirem voluntários e capital intelectual.  O compartilhamento da nossa evolução profissional e intelectual é a pedra angular do desenvolvimento de nosso país.

São Paulo, 14 de dezembro de 2017.

COMPUTER MEASUREMENT GROUP BRASIL

João Natalino de Oliveira                              Etéocles da Silva Cavalcanti

CMG Brasil International Officer                  Vice-presidente

z/OS 2.3 nas nuvens por Alvaro Guimarães Salla – MAFFEI

Nesta palestra vamos ouvir as novidades do z/OS 2.3 com foco nos “hyper” do momento, ou seja:: Clouds, Big Data, e Analytics (Cognitive). Venha assistir, e se certifique que o MainFrame está preparado para o futuro, seja lá o que ele for…

Análise da causa raiz de comportamento anômalo em ambientes de infraestrutura computacional por Daniel Segabinazzi, José Luiz Filho e Leandro Akune – IPT

O modelo de utilização dos recursos computacionais vem passando por grandes transformações o que implica numa grande quantidade de registros gerados. Seja numa estrutura clássica ou no conceito de entrega de serviço, muitos registros são gerados e armazenados nos logs de cada recurso oferecido. Existem propostas de consolidar todos esses logs a fim de facilitar a análise das ocorrências, porém ainda assim é uma grande quantidade de dados concentrada e nem sempre num formado padronizado e estruturado de armazenamento. Esse artigo aborda essa questão de como classificar, extrair dados relevantes de diferentes fontes de armazenamento e apontar onde está a causa raiz de um comportamento anômalo a fim de minimizar o impacto dessa condição que afeta a disponibilidade dos recursos computacionais.

Behind the Scenes: z Systems CACHE Carolina de Souza Joaquim – IBM Brasil

O entendimento do uso da memória hierárquica no Mainframe, na última década, foi de coadjuvante a protagonista nas discussões dos profissionais de Planejamento de Capacidade e Performance Mainframe.

Neste estudo iremos abordar a importância dos já famosos, mas nem sempre compreendidos termos como Relative Nest Intensity (RNI), Cycle Per Instructions (CPI),  L1 Miss, LSPR Workload Classification, HIS, CPU MF entre outros.

Como endereçar o planejamento de capacidade em sistemas com crescimento acelerado? Adelson Lovatto – IBM Brasil

Em tempos de Redes Sociais e Internet das Coisas, cujo crescimento do workload é geralmente muito alto e extrapola qualquer demanda inicialmente prevista, vamos abordar nesta sessão alguns conceitos e técnicas que podem ajudar no planejamento de capacidade de sistemas com estas características, e que também podem ser aplicados a alguns sistemas tradicionais.

Estudo de Planejamento e Performance na consolidação de CECs Mainframe. Gustavo Fernandes Araujo – Itaú Unibanco

A coexistência de LPARs em um único CEC pode apresentar vantagens como utilização eficiente de recursos (CPU e canais), quantidade reduzida de CEC (consequentemente de energia, refrigeração e espaço físico), além de manter um único ponto de gerenciamento. O estudo em questão tem como objetivo mostrar o planejamento e quais ferramentas utilizadas no processo de consolidação de 2 CECs em um único CEC, e qual o impacto na performance pós consolidação, com foco na utilização dos processadores e suas estruturas de cache.

Análise de Capacidade e Desempenho em sistemas online utilizando no conceito de Filas e Correlação por Luis Felipe Faria – Itaú Unibanco

Sistemas online podem apresentar gargalos no processamento em períodos sazonais. Um estudo baseado em filas pode indicar a métrica de negócio ou infraestrutura que representa o fator de stress na infraestrutura através de simulações. O objetivo é mostrar como aplicar esse método em produtos de mercado (Oracle, SQL Server, SAP, etc) e em situações de negócios que operam nestas características.

Cache Associativity: Qual a importância deste Conceito? por Luiz Carlos Orsoni – MAFFEI

Na z13, o Cache L1I é 6-way Set Associative, os Caches L1D, L2I e L2D são 8-way Set Associative, já o L3 é 16-way Set Associative.

O cache L4 é 30-way Set Associative mais um diretório NIC que é 14-way Set Associative, totalizando 44-way Set Associative.

O nível de Associatividade tem sido sempre crescente. Qual o significado disso, suas vantagens e desvantagens?

Plano para medição de capacidade e performance em redes virtuais por Leonidas Vieira Lisboa – IBM Brasil

O mercado está explorando cada vez mais as tecnologias de redes definidas por software (sdn) e de virtualização de funções de rede (nfv), realizando pilotos em data centers, operadoras de telecomunicações, redes wan e em outros segmentos. No entanto, nota-se um crescimento de ambientes em produção, o que traz novos desafios ao gerenciamento da rede, especialmente na medição de capacidade e performance. Esta apresentação contém um plano para guiar empresas na definição de indicadores, processos, ferramentas e papéis para responder adequadamente a estes desafios colocados pelas redes virtuais.

Inteligência Operacional por André Balparda – AMAXONIA

Vivemos em um mundo de siglas (BI, ERP, WF, BAM, BPM, OI, …). A cada vez que nos deparamos com elas temos que lembrar de seu conceito e como ela é aplicada na prática. Algumas delas se confundem tanto no conceito quanto em alguma aplicação específica. Não é diferente quando falamos de Inteligência Operacional (OI do inglês “Operational Intelligence”). O objetivo deste trabalho é desmistificar o que é Inteligência Operacional e mostrar como é aplicada no cotidiano, principalmente mostrar quais são os desafios a serem vencidos.