Usando a abordagem Design Thinking no Planejamento da Capacidade

Adelson Lovatto

Design Thinking é uma abordagem para auxiliar no desenvolvimento de melhores produtos e serviços. Nesta apresentação descreveremos algumas técnicas, usadas nesta abordagem, e também seu possível uso no planejamento de capacidade e performance.

Internet das Coisas na plataforma Microsoft

Vivian Heinrichs – vheinrichs@hotmail.com

A Internet das Coisas já é uma realidade no nosso cenário mundial, inovando e transformando a forma como vivemos. Porém as soluções de IoT ainda podem ser complexas e trazem desafios na implementação. Nesta sessão veremos como podemos simplificar a Internet das coisas utilizando a plataforma Microsoft e um exemplo prático, da captura de dados de um dispositivo até a análise e ações que podemos tomar para criar cenários de monitoramento remoto, manutenção preventiva, entre outros.

Tudo que você sempre quis saber e sempre teve medo de perguntar, sobre Performance de Mainframe, é lógico…

Alvaro Guimaraes Salla – sala@maffei.com.br

Senhores.

Uma lembrança, já perdida nas dobras do meu tempo. Na época, para se responder à esperta pergunta sobre a utilização da CPU, olhávamos sem piscar, para frequência com a qual a lampadinha de Wait no painel do computador piscava. E vinha a resposta de timbre seguro, não longe da verdade: “uns 70%, minha senhora”.

Havia uma vantagem nesse método tosco, o custo era apenas o da tal lampadinha que às vezes tinha que ser substituída, e íamos que íamos.

Hoje, os Monitores de Performance invadiram a plataforma Mainframe oferecendo um universo de informações, geralmente misteriosas pelo entendimento de gerentes e técnicos. O gatilho foi a imensa necessidade do processamento comercial tem de se auto aferir. A metrificação do uso de recursos é uma necessidade capitalista, que se ausente, pode até significar a falência empresarial.

Os tais Monitores podem ser divididos em três grupos:

Oficiais, aqueles contidos no binômio z/OS e z Servers como: CPUMF, WLM, System Trace, MasterTrace, Component Trace e o maior de todos, o SMF. Há empresas que quase geram e processam mais dados de SMF, que aqueles negociais.

Externos e tradicionais como RMF, CMF, Mainview, Omegamon e outros…

Externos e modernos geralmente tóxico dependentes de registros do SMF e com processamento out of box. Além de monitorar alguns sugerem (ou executam modificações no sistema). Exemplos: BMC, ASG TMON, CA SysView, zRADAR, Throughput Manager, Intellimagic etc… Me perdoem algum esquecimento, por favor.

É conhecido que tem sua totalidade todos esses Monitores instalados em um CPD consomem por volta de 25% dos recursos de CPU da máquina, incluindo aqui o tempo não capturado. Mas nem por isso, não deixam de ter uma importância magna nas disciplinas de Performance e Planejamento de Capacidade.

Esta palestra aborda alguns dos milhares de números produzidos, principalmente aqueles envolvidos no tal aura de mistério, trevas e pasmo geral…

Portanto, o objetivo desta palestra é de alumiar tais dados trazendo a sabedoria que redime. Seguem alguns exemplos:

Numerificar a quantidade de shared pages, aquelas que pertencentes a áreas privadas de diferentes address spaces se localizam no mesmo frame da memória real. What a helll!!!.

Descobrir para que servem as métricas: número de writes, número de reads, número de castouts de uma estrutura de cache na Coupling Facility.

Materializar o futuro inspecionando números sobre HyperLinks.

Quando você vai calcular o valor de Consumed MIPS em uma LP, pela uso da fórmula que o converte de MSU/h o valor é inferior ao real. Já os Monitores fazem o cálculo correto. Neste caso, o velho e jovial palestrante vai explicar como.

Capture importantes dados de desempenho sobre operações de I/O de específicos métodos de acesso.

Você sabe o quer dizer o estado Unknown de um Address Space (ou Enclave) mostrado pelos Monitores? Confie no seu inglês e responda confiante ao seu velho e….

Um assunto que interessa a todos, transações e profissionais, ou seja, promoções. Vamos aprender sobre esse ato, pelo menos em relação ao primeiro grupo, e de como melhorar o desempenho geral do sistema.

Maktub

Hacking SQL Server

Marcus Vinicius Bittencourt – mvbitt@gmail.com

Como garantir a segurança de seu ambiente de banco de dados SQL Server​?
Nesta sessão vamos revisitar os conceitos de segurança, onde são aplicados, como evitar invasões e acessos indevidos.
​Veremos de que forma o SQL Server pode ser configurado para previnir o ambiente de ataques e como muitas vezes configurações equivocadas podem ser exploradas.​
Simularemos uma invasão ao SQL Server explorando alguns conceitos mal interpretados ou configurados e algumas vulnerabilidades que passam despercebidas no ambiente.

Measurement and Management of SQL Server

Marcus Vinicius Bittencourt – mvbitt@gmail.com

Nessa sessão será abordado técnicas para medição e monitoramento de um SQL Server. DBA’s e empresas pecam na monitoria de seus ambientes, dados extremamente importantes e métricas são perdidas por falta de acompanhamento destes dados. Identificar contadores importantes e como analisa-los de forma a ter informações valiosas do seu ambiente, é um caminho para o bom conhecimento da sua estrutura. Vamos ver métodos e formas de identificar o comportamento do seu ambiente e como testá-lo da forma correta. Como utilizar destas informações para criar baseline e dimensionar o crescimento antes de sermos surpreendidos. Como trabalhar de forma proativa e evitar esforços maiores, um ambiente bem dimensionado e monitorado, diminui a probabilidade de problemas repentinos. Monitorar e gerenciar nosso ambiente é uma atividade crucial nos dias de hoje, veja como tirar o maior proveito disso.

Cloud Continuous Integration –  A distributed approach using distinct services

André Rocha Agostinho – andre@magnadev.com.br

Em serviços de computação na nuvem a capacidade em compartilhar e disponibilizar serviços, escalar recursos computacionais e distribuir armazenamento de dados e arquivos exige um processo de implantação alinhado à agilidade e escalabilidade. Na era do “DevOps” a integração contínua possibilita um processo automatizado com o objetivo de reduzir o esforço operacional de equipes de desenvolvimento que se empenham em equilibrar entregas com qualidade e reduzir o “Time-to-Market”. Com o crescente aumento de serviços distintos de computação na nuvem, a integração contínua necessita atender diferentes plataformas, o que torna o processo de implantação ainda mais complexo. Este artigo tem como proposta demonstrar uma abordagem de integração contínua distribuída para diferentes tipos serviços de computação na nuvem cobrindo desde a configuração do processo à apresentação dos resultados em ambiente teste.

 

Melhores práticas de planejamento de capacidade aplicadas num projeto de Transformação DC Produtivo e DR (Disaster Recovery)

Jhony R. Ferreira – jhony.rferreira@gmail.com e Adelson Lovatto – adelsonl@gmail.com

Nesta sessão serão apresentadas técnicas usadas para otimizar a capacidade e a performance da infraestrutura de TI, habilitando a área de TI a atender as áreas de negócio com maior velocidade e reduzindo riscos

Transformação Digital – Onde se encontra a Indústria

Daniel Raisch – raisch@br.ibm.com

Passados dez 10 do ínício do se convencionou chamar de Transformação Digital,  as principais iniciativas que caracterizam essa transformação como Cloud, Mobile, Analytics , atingiram sua maturidade e já estão na agenda de prioridades de mais de 70% das empresas brasileiras.    Nessa apresentação vamos mostrar a curva de evolução dessas iniciativas ao longo desse período e qual o estado da arte em que cada uma se encontra na indústria.

Monitoramento contínuo em dia de pico de consumo ajuda a determinar o número ideal de processadores LOGICOS definidos numa partição ZOS mainframe

Maria Isabel Soutello (IsabelSoutello) – migdsbel@gmail.com

Em período de pico pode ser necessário aumentar os processadores online numa partição sem prejuízo das outras no mesmo CEC e/ou mexer no peso direcionando mais capacidade para atender a demanda extra.

Medidas como “load average” e “# processors parked” quando salvas durante período monitorado e analisadas, podem corrigir ou refinar “tamanho” das LPARs, definido inicialmente no plano de capacidade.

Relação entre “load average” e # processors online” é mais exata que “% MVS utilization” para determinar número ideal de CPs lógicos, e “# processors parked” ajuda determinar % LPAR weight ou garantia no CEC.

Por “dentro” da z14

Luiz Carlos Orsoni – Orsoni@maffei.com.br

Em 50 minutos, e com 15 slides, mostraremos os “insides” dos 10 Cores da z14, comparando-a com a z13 e comentando as suas diferenças. Espera-se aclarar o significado de uma série de números que aparecem nos Technical Guides, comparar a associatividade nos 4 níveis de Caches e discorrer sobre a Variabilidade nas execuções. À guisa de conclusão, será feito um convite para otimizar códigos.