z/OS 2.3 nas nuvens por Alvaro Guimarães Salla – MAFFEI

Nesta palestra vamos ouvir as novidades do z/OS 2.3 com foco nos “hyper” do momento, ou seja:: Clouds, Big Data, e Analytics (Cognitive). Venha assistir, e se certifique que o MainFrame está preparado para o futuro, seja lá o que ele for…

Análise da causa raiz de comportamento anômalo em ambientes de infraestrutura computacional por Daniel Segabinazzi, José Luiz Filho e Leandro Akune – IPT

O modelo de utilização dos recursos computacionais vem passando por grandes transformações o que implica numa grande quantidade de registros gerados. Seja numa estrutura clássica ou no conceito de entrega de serviço, muitos registros são gerados e armazenados nos logs de cada recurso oferecido. Existem propostas de consolidar todos esses logs a fim de facilitar a análise das ocorrências, porém ainda assim é uma grande quantidade de dados concentrada e nem sempre num formado padronizado e estruturado de armazenamento. Esse artigo aborda essa questão de como classificar, extrair dados relevantes de diferentes fontes de armazenamento e apontar onde está a causa raiz de um comportamento anômalo a fim de minimizar o impacto dessa condição que afeta a disponibilidade dos recursos computacionais.

Behind the Scenes: z Systems CACHE Carolina de Souza Joaquim – IBM Brasil

O entendimento do uso da memória hierárquica no Mainframe, na última década, foi de coadjuvante a protagonista nas discussões dos profissionais de Planejamento de Capacidade e Performance Mainframe.

Neste estudo iremos abordar a importância dos já famosos, mas nem sempre compreendidos termos como Relative Nest Intensity (RNI), Cycle Per Instructions (CPI),  L1 Miss, LSPR Workload Classification, HIS, CPU MF entre outros.

Como endereçar o planejamento de capacidade em sistemas com crescimento acelerado? Adelson Lovatto – IBM Brasil

Em tempos de Redes Sociais e Internet das Coisas, cujo crescimento do workload é geralmente muito alto e extrapola qualquer demanda inicialmente prevista, vamos abordar nesta sessão alguns conceitos e técnicas que podem ajudar no planejamento de capacidade de sistemas com estas características, e que também podem ser aplicados a alguns sistemas tradicionais.

Estudo de Planejamento e Performance na consolidação de CECs Mainframe. Gustavo Fernandes Araujo – Itaú Unibanco

A coexistência de LPARs em um único CEC pode apresentar vantagens como utilização eficiente de recursos (CPU e canais), quantidade reduzida de CEC (consequentemente de energia, refrigeração e espaço físico), além de manter um único ponto de gerenciamento. O estudo em questão tem como objetivo mostrar o planejamento e quais ferramentas utilizadas no processo de consolidação de 2 CECs em um único CEC, e qual o impacto na performance pós consolidação, com foco na utilização dos processadores e suas estruturas de cache.

Análise de Capacidade e Desempenho em sistemas online utilizando no conceito de Filas e Correlação por Luis Felipe Faria – Itaú Unibanco

Sistemas online podem apresentar gargalos no processamento em períodos sazonais. Um estudo baseado em filas pode indicar a métrica de negócio ou infraestrutura que representa o fator de stress na infraestrutura através de simulações. O objetivo é mostrar como aplicar esse método em produtos de mercado (Oracle, SQL Server, SAP, etc) e em situações de negócios que operam nestas características.

Cache Associativity: Qual a importância deste Conceito? por Luiz Carlos Orsoni – MAFFEI

Na z13, o Cache L1I é 6-way Set Associative, os Caches L1D, L2I e L2D são 8-way Set Associative, já o L3 é 16-way Set Associative.

O cache L4 é 30-way Set Associative mais um diretório NIC que é 14-way Set Associative, totalizando 44-way Set Associative.

O nível de Associatividade tem sido sempre crescente. Qual o significado disso, suas vantagens e desvantagens?

Plano para medição de capacidade e performance em redes virtuais por Leonidas Vieira Lisboa – IBM Brasil

O mercado está explorando cada vez mais as tecnologias de redes definidas por software (sdn) e de virtualização de funções de rede (nfv), realizando pilotos em data centers, operadoras de telecomunicações, redes wan e em outros segmentos. No entanto, nota-se um crescimento de ambientes em produção, o que traz novos desafios ao gerenciamento da rede, especialmente na medição de capacidade e performance. Esta apresentação contém um plano para guiar empresas na definição de indicadores, processos, ferramentas e papéis para responder adequadamente a estes desafios colocados pelas redes virtuais.

Inteligência Operacional por André Balparda – AMAXONIA

Vivemos em um mundo de siglas (BI, ERP, WF, BAM, BPM, OI, …). A cada vez que nos deparamos com elas temos que lembrar de seu conceito e como ela é aplicada na prática. Algumas delas se confundem tanto no conceito quanto em alguma aplicação específica. Não é diferente quando falamos de Inteligência Operacional (OI do inglês “Operational Intelligence”). O objetivo deste trabalho é desmistificar o que é Inteligência Operacional e mostrar como é aplicada no cotidiano, principalmente mostrar quais são os desafios a serem vencidos.

ZIIP, ZAAP, ZEDC, SMT-2. EVOLUÇÃO E REVOLUÇÃO por Jorge Henrique Souza Areias – IBM Brasil

Esta apresentação tem como objetivo enfatizar a evolução tecnológica da plataforma mainframe com a implementação de novos recursos que permitem aumentar a eficiência do processamento com segurança, integridade, e redução de custo. Conheçam a revolução de se ganhar até 40% da capacidade de um processador utilizando simultaneous multi-threading em máquinas de última geração.