Tudo que você sempre quis saber e sempre teve medo de perguntar, sobre Performance de Mainframe, é lógico…

Alvaro Guimaraes Salla – sala@maffei.com.br

Senhores.

Uma lembrança, já perdida nas dobras do meu tempo. Na época, para se responder à esperta pergunta sobre a utilização da CPU, olhávamos sem piscar, para frequência com a qual a lampadinha de Wait no painel do computador piscava. E vinha a resposta de timbre seguro, não longe da verdade: “uns 70%, minha senhora”.

Havia uma vantagem nesse método tosco, o custo era apenas o da tal lampadinha que às vezes tinha que ser substituída, e íamos que íamos.

Hoje, os Monitores de Performance invadiram a plataforma Mainframe oferecendo um universo de informações, geralmente misteriosas pelo entendimento de gerentes e técnicos. O gatilho foi a imensa necessidade do processamento comercial tem de se auto aferir. A metrificação do uso de recursos é uma necessidade capitalista, que se ausente, pode até significar a falência empresarial.

Os tais Monitores podem ser divididos em três grupos:

Oficiais, aqueles contidos no binômio z/OS e z Servers como: CPUMF, WLM, System Trace, MasterTrace, Component Trace e o maior de todos, o SMF. Há empresas que quase geram e processam mais dados de SMF, que aqueles negociais.

Externos e tradicionais como RMF, CMF, Mainview, Omegamon e outros…

Externos e modernos geralmente tóxico dependentes de registros do SMF e com processamento out of box. Além de monitorar alguns sugerem (ou executam modificações no sistema). Exemplos: BMC, ASG TMON, CA SysView, zRADAR, Throughput Manager, Intellimagic etc… Me perdoem algum esquecimento, por favor.

É conhecido que tem sua totalidade todos esses Monitores instalados em um CPD consomem por volta de 25% dos recursos de CPU da máquina, incluindo aqui o tempo não capturado. Mas nem por isso, não deixam de ter uma importância magna nas disciplinas de Performance e Planejamento de Capacidade.

Esta palestra aborda alguns dos milhares de números produzidos, principalmente aqueles envolvidos no tal aura de mistério, trevas e pasmo geral…

Portanto, o objetivo desta palestra é de alumiar tais dados trazendo a sabedoria que redime. Seguem alguns exemplos:

Numerificar a quantidade de shared pages, aquelas que pertencentes a áreas privadas de diferentes address spaces se localizam no mesmo frame da memória real. What a helll!!!.

Descobrir para que servem as métricas: número de writes, número de reads, número de castouts de uma estrutura de cache na Coupling Facility.

Materializar o futuro inspecionando números sobre HyperLinks.

Quando você vai calcular o valor de Consumed MIPS em uma LP, pela uso da fórmula que o converte de MSU/h o valor é inferior ao real. Já os Monitores fazem o cálculo correto. Neste caso, o velho e jovial palestrante vai explicar como.

Capture importantes dados de desempenho sobre operações de I/O de específicos métodos de acesso.

Você sabe o quer dizer o estado Unknown de um Address Space (ou Enclave) mostrado pelos Monitores? Confie no seu inglês e responda confiante ao seu velho e….

Um assunto que interessa a todos, transações e profissionais, ou seja, promoções. Vamos aprender sobre esse ato, pelo menos em relação ao primeiro grupo, e de como melhorar o desempenho geral do sistema.

Maktub

Por “dentro” da z14

Luiz Carlos Orsoni – Orsoni@maffei.com.br

Em 50 minutos, e com 15 slides, mostraremos os “insides” dos 10 Cores da z14, comparando-a com a z13 e comentando as suas diferenças. Espera-se aclarar o significado de uma série de números que aparecem nos Technical Guides, comparar a associatividade nos 4 níveis de Caches e discorrer sobre a Variabilidade nas execuções. À guisa de conclusão, será feito um convite para otimizar códigos.

Mainframe Performance Review

Gustavo Fernandes Araujo – gustavo-fernandes.araujo@itau-unibanco.com.br

O estudo de performance de processamento é crítico em qualquer plataforma visto que pode ter efeito tanto na disponibilidade quanto nos custos de processamento. No ambiente mainframe, onde os recursos são compartilhados, uma piora de performance em um workload especifico pode impactar o processamento de todos demais workloads no mesmo CEC.  Este estudo tem como objetivo apresentar um Review de métricas de performance dentre os diferentes workloads que processam na plataforma Mainframe.

Gestão do Consumo de MIPS

Amanda Melo Nastulevitie – Amanda.nastulevitie@itau-unibanco.com.br

Com a mudança de comportamento dos usuários, em que a disponibilidade é essencial e as informações precisam ser de fácil acesso a eles, um dos grandes desafios da TI é gerir o consumo de MIPS no mainframe focando na experiência do usuário. Mudança no modo de trabalho, implementação de metodologias Lean, análises quantitativas e qualitativas são a base para auxiliar o negócio em tomadas de decisões que entregam mais valor aos usuários e, ao mesmo tempo, mantêm um consumo racional dos recursos.

Z13 x zEC12: O que esperar? – por Luiz Carlos Orsoni

Em 14 de Janeiro a IBM anunciou a z13, sucessora da zEC12. Em termos de Performance, o que se poderá esperar de suas novas “features” e de seus novos “parâmetros”? #1=Mais Processadores, Mais Memórias, Mais SubSistemas de Canal, muito Maior Aggregate Data Rate: Que significará tudo isso? #2=Menor GHz, porém Mais Instruções em Paralelo e SMT para zIIP e IFL (só mais tarde será anunciada para os Processadores Gerais=CPUs). #3=Afinal, o que é SMT = Simultaneous Multi Threading? O que se espera “ganhar” e o que se pode “perder”? (Experiências em outras Plataformas) #4=Variabilidade: Sempre foi perigoso ignorá-la, será inútil tentar esquecê-la, uma vez que reflete diretamente na Contabilização de Recursos!#5=Eterno Dilema: Melhor atender todo mundo com o mínimo de Recursos, demore o que demorar, ou atender a maioria, custe o que custar? Não se pode ter ambos! #6=Conclusões (se é que já se pode concluir algo, sem ter feito BenchMarks…): As Equações continuam as mesmas, só mudaram ligeiramente alguns Coeficientes…

SIMD no z13 – Conhecendo as novas funções Vetoriais do Mainframe por Flavio Buccianti

As novas funções Vetoriais disponíveis no mainframe z13 recém anunciado, conhecidas também como SIMD (Single Instruction Multiple Data) abrem uma nova perspectiva para que as aplicações do tipo Banco de Dados, Analytics, Fraud Detection e Big Data dentre outras, operem eficientemente com um consumo menor de MIPS quando usado este tipo de funções. A palestra abordará detalhes sobre essas novas funcionalidades e de sua implementação no z13.

Auditoria em Mainframe – por Eugênio Fernandes

A apresentação visa posicionar mainframe como um ambiente altamente utilizado no dia-a-dia e seguro, conforme senso comum no Mercado de TI. Porém, há poucos controles e alarmes de segurança, causando um ambiente seguro por ignorância, ou seja, o pouco conhecimento para burlar as vulnerabilidades existentes nesta plataforma acaba tornando-a virtualmente segura. Não obstante, mainframe possui segurança em vários níveis, desde a comunicação, rede, hardware, memória, passando pelos aplicativos em geral, com inúmeras certificações. Após um panorama sobre a evolução do mainframe, do ponto de vista de segurança, posiciona-se essa plataforma como segura, desde que controles sejam ativados e monitorados. Listaremos, então, quais foram os achados básicos em auditorias realizadas em clientes na América Latina, criando-se uma lista de vulnerabilidades facilmente encontradas em ambientes de mainframe ditos sadios. Ao final, listam-se sugestões para melhoria de um ambiente mainframe.

7 opportunities to reduce wlc costs – por Danilo Gipponi

Saving money on the mainframe is still one of the most important goals of companies running z/OS applications. There are many ways to achieve this: some require a deep technical analysis whilst others can involve complex organizational issues. However there is something simple and very important that you can do to keep the software products bill under control and hopefully reduce it. You should check if the WLC monthly peak occur on businesscritical days and hours, is due to business-critical systems and workloads, is due to workloads which could only run on standard CPUs. In addition WLC costs can be reduced by exploiting: possibility offered by new hardware and software technologies and pricing options; IBM licensing policies. We’ll discuss these opportunities

Novidades e complicações em Capacity Planning e Capacity Pricing – por Fernando Ferreira

Nos últimos anos novas ferramentas e técnicas para ajudar no Planejamento de Capacidade foram disponibilizadas. Isto deveria tornar a vida dos abnegados responsáveis por fazer este trabalho mais tranqüila, simples e fácil. Entretanto tambem surgiram novos fatores e variáveis afetando o dimensionamento e controle de capacidade. Para evitar erros e possibilitar ganhos é necessário conhecer e entender tanto o que surgiu para ajudar como os novos desafios.Esta apresentação tem como objetivos falar das ferramentas disponíveis, algumas delas novas e outras não tão novas, mas ainda não totalmente usadas ou compreendidas, como CPUMF, zBNA, zTPM e zPCR. assim como explicar alguns dos novos fatores como o “efeito zIIP”, transactional execution , criptografia, large pages, aceleradores, SMT, Mobile Workload Pricing e seus efeitos sobre o desempenho e capacidade dos vários modelos da plataforma z System alem é claro das possibilidades e cuidados relativos ao custo de software.

Novidades Interessantes e importantes do Z/OS 2.2 – por Álvaro Salla

A palestra abordará: As novidades desse novo release do z/Os que exploram as novas funções do z13 como Double Thread no zIIP e IFL, SIMD. Além delas, as outras funções selecionadas serão aquelas que irão melhorar o desempenho, a disponibilidade e a segurança da plataforma Mainframe.