Inscreva-se para a conferencia anual do CMG Brasil 2018

CMG impact 2018

13TH CMG BRASIL PERFORMANCE AND CAPACITY PLANNING CONFERENCE

Cloud, Mobility, Gamimg, IOT, Blockchain, Networking, Cibersecurity, Analytics, Mainframes, Distributed Computing,

CONVITE

O Computer Measurement Group Brasil – CMG BR, parte do CMG Internacional (USA) é uma organização sem fins lucrativos, mantida por meio de contribuições de seus membros voluntários e patrocínios, sendo em 2018 as empresas Yaman e Eccox às quais ficamos agradecidos pois as mesmas participam tendo a consciência de nossa isenção.

Desde a sua constituição no Brasil em 2006,  realiza eventos absolutamente técnicos abrangendo as disciplinas e subdisciplinas da área de planejamento de capacidade e análise de desempenho em TI e sua empregabilidade nas diversas tecnologias emergentes citadas abaixo. Discutimos os rumos da TI com isenção e firmeza. Este networking é importantíssimo para o profissional criar sua opinião e seus peers; entender como anda seu mercado de trabalho e mais do que tudo colaborar agressivamente na melhoria da TI de sua organização. Não há nada melhor do que ter palestras com estudos de casos e profissionais experientes. No CMG a TI tradicional se atualiza e a TI de vanguarda se tradicionaliza, desde que esta última seja algo bom para nossas organizações e bom para o mundo em que vivemos.

As palestras e painéis abrangem hoje as áreas de Gaming, Cloud, Mobility, Analytics, Blockchain, Networking, Cibersecurity, Modelagem matemática e conceitos básicos e avançados de gerenciamento de capacidade. Sempre sob o ponto de vista da análise de medição. A área de computação tradicional (mainframes/processamento centralizado) também continua sendo fortemente abrangida. Nosso público é formado de profissionais privados e públicos, estudantes, mestres e doutores nacionais e do exterior.

Venha fazer parte desta comunidade e deste firme networking. Veja nossos trabalhos em nossos sites: Internacional: www.cmg.org.Brasil: www.cmgbrasil.com.

Segue abaixo as informações sobre nossa conferência anual:

Data: 15/05/2018.

Horário: Das 8:00 às 18:00 horas

Local:  Faculdades Oswaldo Cruz

Endereço:  Rua Brigadeiro Galvão, 564 – Barra Funda – São Paulo – CEP 01151-000

Estacionamento: Scala Park – Rua Brigadeiro Galvão 498 ou Rua Barra Funda 423 (Preço R$ 10,00 por 12 horas)

Metrô: Estação Marechal Deodoro (2 quadras e ½ do local do evento)

Inscrições através do e-mail paulaiochpe@gmail.com ou pelo telefone 11 9.7366-6598, abertas até 13/05/2018, recomendamos que a adesão seja feita com antecedência, devido a limite de vagas.

Taxa inscrição: R$ 400,00

Universitarios: R$ 200,00

Taxa especial: R$ 200,00 (profissionais desempregados)

Palestrantes: isentos de taxa

Empresas com inscrições acima de 10 pessoas: desconto de 5%

Forma de pagamento da inscrição: Por meio de depósito ou transferência em conta

Favorecido: Computer Measurement Group Brasil – CNPJ: 08.513.920/0001-15

Banco:  Itaú Unibanco S/A  (341) – Agência 0740  – Conta 12271-8

Comprovantes de depósitos com todos os dados empresariais ou pessoais: Encaminhar para o e-mail  paulaiochpe@gmail.com, a fim de viabilizar a emissão de Recibo fiscal e cadastro.

Contamos com a sua presença, reserve sua agenda para um dia especial no encontro de uma das melhores organizações mundiais de TI sem fins lucrativos. O Gerenciamento de Capacidade se tornou um “MUST e nós “Capacity Planners” estamos unidos pelo CMG.

 

São Paulo, 4 de Abril de 2018.

João Natalino: International Officer        Etéocles Cavalcanti: Regional Officer.

z/OS 2.3 nas nuvens por Alvaro Guimarães Salla – MAFFEI

Nesta palestra vamos ouvir as novidades do z/OS 2.3 com foco nos “hyper” do momento, ou seja:: Clouds, Big Data, e Analytics (Cognitive). Venha assistir, e se certifique que o MainFrame está preparado para o futuro, seja lá o que ele for…

Análise da causa raiz de comportamento anômalo em ambientes de infraestrutura computacional por Daniel Segabinazzi, José Luiz Filho e Leandro Akune – IPT

O modelo de utilização dos recursos computacionais vem passando por grandes transformações o que implica numa grande quantidade de registros gerados. Seja numa estrutura clássica ou no conceito de entrega de serviço, muitos registros são gerados e armazenados nos logs de cada recurso oferecido. Existem propostas de consolidar todos esses logs a fim de facilitar a análise das ocorrências, porém ainda assim é uma grande quantidade de dados concentrada e nem sempre num formado padronizado e estruturado de armazenamento. Esse artigo aborda essa questão de como classificar, extrair dados relevantes de diferentes fontes de armazenamento e apontar onde está a causa raiz de um comportamento anômalo a fim de minimizar o impacto dessa condição que afeta a disponibilidade dos recursos computacionais.

Behind the Scenes: z Systems CACHE Carolina de Souza Joaquim – IBM Brasil

O entendimento do uso da memória hierárquica no Mainframe, na última década, foi de coadjuvante a protagonista nas discussões dos profissionais de Planejamento de Capacidade e Performance Mainframe.

Neste estudo iremos abordar a importância dos já famosos, mas nem sempre compreendidos termos como Relative Nest Intensity (RNI), Cycle Per Instructions (CPI),  L1 Miss, LSPR Workload Classification, HIS, CPU MF entre outros.

Como endereçar o planejamento de capacidade em sistemas com crescimento acelerado? Adelson Lovatto – IBM Brasil

Em tempos de Redes Sociais e Internet das Coisas, cujo crescimento do workload é geralmente muito alto e extrapola qualquer demanda inicialmente prevista, vamos abordar nesta sessão alguns conceitos e técnicas que podem ajudar no planejamento de capacidade de sistemas com estas características, e que também podem ser aplicados a alguns sistemas tradicionais.

Estudo de Planejamento e Performance na consolidação de CECs Mainframe. Gustavo Fernandes Araujo – Itaú Unibanco

A coexistência de LPARs em um único CEC pode apresentar vantagens como utilização eficiente de recursos (CPU e canais), quantidade reduzida de CEC (consequentemente de energia, refrigeração e espaço físico), além de manter um único ponto de gerenciamento. O estudo em questão tem como objetivo mostrar o planejamento e quais ferramentas utilizadas no processo de consolidação de 2 CECs em um único CEC, e qual o impacto na performance pós consolidação, com foco na utilização dos processadores e suas estruturas de cache.

Análise de Capacidade e Desempenho em sistemas online utilizando no conceito de Filas e Correlação por Luis Felipe Faria – Itaú Unibanco

Sistemas online podem apresentar gargalos no processamento em períodos sazonais. Um estudo baseado em filas pode indicar a métrica de negócio ou infraestrutura que representa o fator de stress na infraestrutura através de simulações. O objetivo é mostrar como aplicar esse método em produtos de mercado (Oracle, SQL Server, SAP, etc) e em situações de negócios que operam nestas características.

Cache Associativity: Qual a importância deste Conceito? por Luiz Carlos Orsoni – MAFFEI

Na z13, o Cache L1I é 6-way Set Associative, os Caches L1D, L2I e L2D são 8-way Set Associative, já o L3 é 16-way Set Associative.

O cache L4 é 30-way Set Associative mais um diretório NIC que é 14-way Set Associative, totalizando 44-way Set Associative.

O nível de Associatividade tem sido sempre crescente. Qual o significado disso, suas vantagens e desvantagens?

Plano para medição de capacidade e performance em redes virtuais por Leonidas Vieira Lisboa – IBM Brasil

O mercado está explorando cada vez mais as tecnologias de redes definidas por software (sdn) e de virtualização de funções de rede (nfv), realizando pilotos em data centers, operadoras de telecomunicações, redes wan e em outros segmentos. No entanto, nota-se um crescimento de ambientes em produção, o que traz novos desafios ao gerenciamento da rede, especialmente na medição de capacidade e performance. Esta apresentação contém um plano para guiar empresas na definição de indicadores, processos, ferramentas e papéis para responder adequadamente a estes desafios colocados pelas redes virtuais.

Inteligência Operacional por André Balparda – AMAXONIA

Vivemos em um mundo de siglas (BI, ERP, WF, BAM, BPM, OI, …). A cada vez que nos deparamos com elas temos que lembrar de seu conceito e como ela é aplicada na prática. Algumas delas se confundem tanto no conceito quanto em alguma aplicação específica. Não é diferente quando falamos de Inteligência Operacional (OI do inglês “Operational Intelligence”). O objetivo deste trabalho é desmistificar o que é Inteligência Operacional e mostrar como é aplicada no cotidiano, principalmente mostrar quais são os desafios a serem vencidos.